5 de abril de 2013

RESUMO PLT: SEXUALIDADES EM SALA DE AULA



                                             Multiculturalismo


Não é dificil observar nos dias de hoje discussões acadêmicas voltadas ao tema do multiculturalismo. Nelas são tratadas questões referentes à valores e idéias própias de determinadas culturas, racismo, diferenças culturais, religiões,  enfim, dos preconceitos de maneira geral.
Talvez, um ponto de partida para discussão desse tema seja a afirmação de que a sociedade brasileira é multicultural, o que significa  reconhecer a diversidade étnica e cultural dos diferentes grupos sociais que a compõe. Uma outra constatação é que existem desigualdade no acesso econômico e cultura por parte de diferentes grupos.
Uma das questões que atualmente tem suscitados intensos debates, tanto no âmbito social quanto acadêmico e educacional, diz respeito a problemáticas das relações entre igualdade e diferenças, políticas de redistribuição e de reconhecimento. Estamos vivendo uma mudança de clima social e cultural. Da ênfase na igualdade, muitas vezes silenciadora e negadora das diferenças, estas adquirem uma forte visibilidade e mesmo centralidade na contemporaneidade. O desfia posto é articular igualdade e diferença nos diversos espaços sócias e educacionais .
Multiculturalismo segundo à meu ver a questão do multiculturalismo junto com a dimensão pos moderna, as coisas se misturam e ai, com uma compreensão muito comodista. Agora tudo é assim, tudo pode, e não tem valores, não tem crença, ou cada um fique na sua... Isso é um descompromisso com as necessidades, e uma forma de dizer eu não dou conta mesmo das respostas. Então, que a coisa... flua de qualquer jeito.

Sexualidade: alunos, professores e políticas públicas

Muitos consideram que a sexualidade é algo que todos nós, mulheres e homens, possuímos “naturalmente”. Aceitando essa idéia, fica sem sentido argumentar a respeito de sua dimensão social e política ou a respeito do seu caráter construído. A sexualidade seria algo dado pela natureza, ao ser humano. Tal concepção usualmente se ancora no corpo e na suposição de que todos vivemos  nossos corpos, universalmente, da mesma forma. No entanto podemos entender que a sexualidade envolve rituais, linguagens, fantasias, representações, símbolos, convenções...Processos profundamente culturais e plurais. Alguns sociólogos (por exemplo, GIDDENS,BECK&LASH,1995) têm chamado esse processo de destradicionalização da vida social, nos quais discursos que eram compreendidos como constitutivos da vida privada (ou mesmo como pervertidos) avançaram para o centro da vida pública ou deixaram a privacidade das quatros paredes de um quarto e adentraram nas salas de visitas, pelo menos nas telas da TV, levando-nos a um processo de reflexão sobre quem somos e à possibilidade de construção de nossas vidas em outras bases.

Preconceito

Apesar da presença de tais discursos em sala de aula, em geral somente nas conversas privadas e proveitoso atentar como a sexualidade reage. O que se faz com o corpo na sala de aula? A desempenha esse papel “muito bem” quando não só cuida do corpo das crianças e dos jovens,como também os educa. Em tal procura, a sexualidade deixa de ser destino e passa a ser entendida como uma construção que não esta necessariamente atrelada ao desejo pelo sexo oposto.

Uma visão da lógica monocultural e da lógica multi/intercultural

A lógica monocultural se associa a um modo de explicação de vida social voltada para mesmidade somos todos iguais,  ou seja, somos guiados por significados homogêneos que produzem uma única interpretação. Tal lógica se baseia em um processo de homogeneização e simplificação de quem somos ou ainda de busca de uma essência de que somos feitos.
Somos seres da diferença e não do significado único, Atravessamos as fronteiras culturais dentro de nos mesmo:somos a diferença e não os outros. Assim em vez de pensarmos em essência indentitária ou homogenidade manter toda essa mistura, toda essa extensão mostrando os resultados mas relevantes tendo em mente sociabilidades continuamente em construção fraguimentadas, contraditórias e heterogenias como efeito das práticas discursivo-culturais em que nos engajamos e dos embates do poder ai situados. 


                                                         NOME: VANUSA GODE 
                                                         RA: 6277268096 1ºB PEDAGOGIA 

RESUMO PLT: SEXUALIDADE EM SALA DE AULA

 O tema sexualidades ainda é um tabu em sala de aula, é como se os corpos na escola não sentissem desejo.Ao invés de compreensão eles apenas ignoram essa realidade. Em 1994 Bell Hooks publicou um artigo ousado onde dizia que, somos todos apagados ao adentrarmos na escola, como se os alunos não tem seus próprios desejos,como se fossem todos dessexualizados apenas por estar em uma escola.A autora relata também que os professores foram educados da mesma forma,além de terem por obrigação que todos os alunos são iguais independente de raça,gênero ou sexualidade. 
Mas isso não quer dizer que não tenha sexualidade na escola, pois da mesma forma a escola ´uma das principais agências de produção e organização das identidades diversas.E isso torna a abordagem do assunto nas escolas cada vez menos complexo de trabalhar,até porque temos diversas manifestações que são transmitidas via globalização:TV,internet,rádio ,etc.E esses tais meios de transmissões fazem com que a sexualidade fique mais a mostra.
Alguns sociólogos dizem até que passamos por um processo de destradicionalização,onde as pessoas estão mudando suas bases de convivência no cotidiano,sendo assim será inevitável não relatar o assunto nas escolas.
Uma atividade realizada no Rio de Janeiro por um professor prova que de qualquer forma os alunos conhecem e tem um certo conhecimento sobre o sexo em si (posições,prazer,motel,etc), porém a visão que eles tem é totalmente desrespeitosa principalmente á mulher.
Ao pedir que os alnos relatassem sobre preconceito,eis que houve uma ''discussão' entre um aluno e a professora pois ele queria falar sobre o homossexualismo e ela lhe disse que não era apropriado.Isso prova também que muitos profissionais não estão preparados para relatar dos assuntos referente a sexualidade em sala de aula.
Embora hajam programas no governo como o Programa Brasil sem Homofobia do Ministério da Saúde,eles têm focado apenas na explicação das relações sexuais de forma segura,porém assuntos relacionados somente ao desejo pelo sexo oposto.Por outro lado o professor não tem essa liberdade de orientar e interferir na educação sexual dos alunos pelo fato de  pertencerem a um sistema que ainda têm um discurso normalizado,e eles devem seguir um planejamento onde OS CORPOS NÃO SENTEM SEUS DESEJOS.
 A lógica monocultural parte do principio de que somos todos iguais e temos que seguir um mesmo padrão.Por outro lado o multicultural diz que somos compostos de diversas culturas e multiplicidade de visões de mundo  A visão monocultural vêm dos antigos onde todos pensavam da mesma forma,ela quem faz da nossa historia uma coisa homogênea. E dela vêm a definição de que o corpo e o desejo são totalmente inversos no mundo escolar.
Já a visão multi/intercultural, que é um mundo de diversas culturas onde todos trocam conhecimentos, e complementam suas identidades culturais além de quebrar os tipo de preconceitos existentes.
Deviso as influências de Butler,Sedgwick,Jagose,Louro e Sulivan, o significado da palavra QUEER era  uma forma antiga  de de referir aos homossexuais de forma ofensiva.Mas o termo foi modificado  e re-significado,passa de ofensa para nomear as abordagens que tentam explicar as sexualidades, onde é ideal ter uma opção homogênea onde os indivíduos independente de qual seja,ao que diz que o ser humano tem direito á escolha da sua opção sexual sem serem criticados.
Essa visão também é de grande importância para o futuro planejamento das aulas de sexualidade nas escolas, pois ela trabalha de forma clara onde todos todos tem direito sobre sua vida sexual,além de afirmar que a opção certa é a que te satisfaz.Traz também práticas que tematizam as sexualidades porém, é importante ressaltar que alguns professores não se sentem á vontade de tratar o  tema em sala,assim como a casos de alunos que não expõem seus desejos para que,não sejam rotulados como lésbicas,gays etc.
Ela diz também que não devemos aceitar só porque dizem que é certo ou errado.
Não adianta deitarmos uma formula que trace a felicidade sexual, até porque não a regra para tal.
Que as escolas sejam ambiente para construir indivíduos com princípios que englobem respeito para com ou outros,ética e justiça social.



                                                                       NOME: TALITA DA SILVA SANTOS 
                                                                       RA 6277226157 1ºB PEDAGOGIA 

29 de março de 2013

PRECONCEITO RACIAL NOS E.U.A


A sociedade dos EUA é diferencialista, pois lá a divisão entre negros e brancos é nitidamente delineada, todos aceitam e reconhecem as diferenças, porem é cada qual com sua TRIBO,eles podem  viver tranquilamente e manifestar suas tradições somente no próprio grupo. A diferença entre os níveis de renda de cada raça é flagrante. Desta forma, há uma relação evidente entre a cor da pele e a carência econômica.Sendo que os mestiços são considerados negros.

PRECONCEITO RACIAL NO BRASIL



O preconceito racial ainda é grande no Brasil,
vivemos em uma sociedade assimilacionista onde as pessoas apenas fingem que aceitam as diferenças. 
Por mais que seja disfarçado ainda notamos esse preconceito em nosso cotidiano seja em um olhar, piadas, e até gestos quase imperceptíveis não deixam de ser uma forma de racismo. Os negros, japoneses, e outras raças, estão cada vez mais agregados na sociedade, vivendo da forma padrão não podendo assim manifestar suas próprias culturas. 


HISTÓRIA DOS ÍNDIOS NO BRASIL

 Diversos povos indígenas já habitavam no Brasil muito tempo antes das chegadas dos portugueses em 1500,cada povo possuía sua própria cultura,religião,costume etc.
O contato dos índios brasileiros com os portugueses foi extremamente prejudicial para os índios,porque foram enganados ,escravizados e explorados pelos portugueses,perderam suas terras e foram forçados abandonarem sua cultura primitiva,
em favor dos portugueses.

Dos índios herdamos muita riqueza cultural.Eles deram origem aos braceletes,cintos,brincos,além das canoas,cestas e cerâmica.
Na música eles deram origem as flautas,buzinas e ao tambor (feito de pele e madeira).
Da culinária indígena vieram a mandioca,farinha,tapioca,frutas,percada,milho,batata,paçoca,amendoim,castanha de caju,canjica, pamonha,etc.
Mal sabemos que grande parte da riqueza cultural que temos originaram-se desses hérois primitivos:OS ÍNDIOS.

HISTORIA DOS NEGROS NO BRASIL

Ao iniciarem a colonização do Brasil, os europeus trouxeram os negros.
A vinda  dos negros foi uma imigração para escravidão e foi o maior movimento  imigratório. Portugal teve um interesse especial em trazer os negros para trabalharem nas fazendas e engenho de açúcar, que eram os setores que mais precisavam de braço para o trabalho.
Após a vinda dos escravos da Africa começou a construção da identidade cultural afro-brasileira.
O intercambio cultural entre os negros, africanos, indígenas e portugueses foi intenso, notadamente no dialeto,costumes,vestimentas, culinária,visão de mundo e religião.
Os negros influenciaram grandemente a cultura brasileira,em aspectos como as expressões de linguagem que usamos até hoje como:quenga,vasilha,bagunça, curinga, moleque, dengo, gangorra, cachimbo, fubá, macaco, quitanda,cachaça, dendê, fuxico, berimbau, quitute, cuíca, cangaço, quiabo, senzala, corcunda, batucada, zabumba,bafafá e axé. 
Na música a principal influencia foi sem duvida o samba, que é considerado a cara do Brasil.Também a capoeira que foi criada para ser uma defesa para os escravos que eram capturados e voltavam para os engenhos.Os movimentos de luta foram adaptados as cantorias africanas e ficaram mais parecidos com uma dança, permitindo assim que treinassem nos engenhos sem levantar suspeitas dos capatazes.
As religiões afro-brasileiras constituem um fenômeno relativamente recente na história religiosa do Brasil. O Candomblé, a mais tradicional e africana dessas religiões, se originou no Nordeste,nasceu na Bahia e tem sido sinônimo de tradições religiosas afro-brasileiras em geral.
 Outra grande contribuição da cultura africana foi na culinária  Pratos como o vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, sarapatel, baba de moça, cocada, bala de coco e muitos outros comprovam a grande riqueza influenciada pelos africanos ,a mais conhecida de todos, e sem duvida inesquecível é a feijoada, originada das senzalas, era feita das sobras de carnes que os senhores de engenhos não comiam,sobras que deram origem a um dos pratos mais apreciados por todos que o provam.

Temos muito a agradecer os negros por terem enriquecido muito o Brasil embora fossem  obrigados. 

IMAGENS DO MULTICULTURALISMO

Vivemos em um mundo multiculturalista, a prova disso, é que em todos os lugares  que vamos encontramos pessoas de diferentes costumes,estilos,visões de mundo,classes sociais,etc.
Nada melhor que imagens para comprovar essa realidade,temos:
Índios:

Negros:

Homossexuais:

Transformistas:
Anoréxicos:

Magia negra:

Obesos:
Prostitutas:
Extrema pobreza:
Deficientes:

Japoneses:
são alguns dos diversos grupos de pessoas diferentes no mundo.